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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Dica Show! Hammer of the gods - Two nights in North American

Hammer of the gods é um projeto liderado pelo baterista do Dream theater, Mike Portnoy, que teve como objetivo fazer releituras de clássicos de uma banda que marcou história, Led Zepellin.

O show foi registrado em 2003 com integrantes de peso como: o guitarrista Paul Gilbert , o baixista LeRue, Daniel Gildenlow nos vocais e Mike Portnoy nas baquetas.

O material foi gravado em um show realizado em Montreal (Canadá) e Nova York (Estados Unidos) onde todo o equipamento utilizado foi réplica dos utilizados pelos músicos na época (porém com as marcas que patrocinam os músicos).

Como principal destaque do DVD, Paul Gilbert praticamente "encarna" Page. Apesar de todos utilizarem o mesmo figurino dos integrantes originais, Gilbert repete na performance todos as expressões e o estilo adotado por Page inclusive em seus riffs de guitarra.

Ótima opção para quem gosta de Led Zeppelin e de grandes músicos da atualidade. Vale a pena conferir!

Set List:

One Night In Montreal:

01.The Song Remains the Same
02. Heartbreaker
03. Livin’ Lovin’ Maid (She’s Just a Woman)
04. The Rover
05. Houses of the Holy
06. Misty Mountain Hop
07. Immigrant Song
08. The Rain Song
09. Dazed and Confused

One Night In New York City:

01. In the Light
02. Celebration Day
03. Night Flight
04. The Wanton Song
05. Out on the Tiles
06. Moby Dick / Drum Solo
07. Ten Years Gone
08. Black Dog
09. The Ocean
10. Thank You
11. How Many More Times
12. I’m Gonna Crawl

Por Diogo Vasconcelos

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Elvis e Las Vegas

Hoje 23/04/2010 faz 54 anos que Elvis Presley tocou pela primeira vez em Las Vegas.

Para frustração do rei do rock, o público não foi dos mais receptivos devido a não estarem acontumados com o ritmo quente e a dança empolgante de Elvis Presley.

Porém foi em Las Vegas que Elvis estrelou o filme "Amor a toda velocidade". O filme foi sucesso de crítica e selou o encontro entre o rei e a estrela de cinema da época Ann-Margret fazendo com que o filme fosse sucesso de bilheteria. O trabalho serviu também de vitrine para a cidade de Las Vegas.

A música, Viva Las Vegas, de composição de Doc Pomus e Mort Shuman, interpretada por Elvis, fala sobre como é a cidade, do prazer e do vício dos jogos, das luzes e das mulheres que frequentam a cidade. A mesma foi parte da trilha sonora do filme

A cidade também foi palco dos últimos shows do imortal rei do rock.


Por Diogo Vasconcelos (Petter)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Dica Show! Queen Live at Wembley

Hoje vou indicar um show especial pra galera curtir:

Em 12 de julho de 1986 foi gravado no imortal estádio de Wembley, na Inglaterra, um show para marcar história.

A apresentação aconteceu durante a turnê Magic Tour e, realmente, foi mágico em todos os sentidos. A banda estava inspirada, também...em uma lugar como Wembley com mais de 80 mil pessoas cantando junto e os maiores sucessos no set list era impossível algo diferente.

Infelizmente essa foi a última turnê mundial da banda. O sucesso e os shows continuaram até o final dos anos 90, e rumores de que Freddie Mercurie estavam cada vez mais presente.

No ano de 1991 Mercurie enfim declara para seus fãs, através de um vídeo gravado já em seu leito de morte, que tinha contraido o vírus HIV. Doze horas após o anúncio, morreu um dos maiores (para mim o melhor) vocalista de todos os tempos.

Set List do show.

01. One Vision
02. Tie Your Mother Down
03. In The Lap Of The Gods
04. Seven Seas Of Rhye
05. Tear It Up
06. A Kind Of Magic
07. Under Pressure
08. Another One Bites The Dust
09. Who Wants To Live Forever
10. I Want To Break Free
11. Impromptu
12. Brighton Rock [Brian May's Guitar Solo]
13. Now I'm Here
14. Love Of My Life
15. Is This The World We Created?
16. (You're So Square) Baby I Don't Care
17. Hello Mary Lou (Goodbye Heart)
18. Tutti Frutti [Cover]
19. Gimme Some Lovin' [Cover]
20. Bohemian Rhapsody
21. Hammer To Fall
22. Crazy Little Thing Called Love
23. Big Spender
24. Radio Ga Ga
25. We Will Rock You
26. Friends Will Be Friends
27. We Are The Champions
28. God Save The Queen

Por Diogo Vasconcelos (Petter)

terça-feira, 20 de abril de 2010

Seção toca raul - Folsom prision Blues

Seção criada para postagem de grandes clássicos de ícones da música.

Disco Clássico: Johnny Cash at Folsom prision, o dia em que um fora da lei se rendeu aos condenados.

“Hello, I’m Johnny Cash”. Com essa frase, em 13 de janeiro de 1968, Johnny Cash dava início a uma gravação histórica: o disco ao vivo Johnny Cash At Folsom Prison. Poderia ser apenas mais um disco ao vivo, gravado em um show comum, no qual a plateia vai até o artista. Não no caso de Cash.

Talvez a parte mais incrível desta história seja a sensibilidade de Cash, que em vez de esperar pela sua plateia, foi até ela na prisão Folsom Prison. Mas antes de falarmos daquela noite, é bom lembrar como essa prisão entrou na vida de Cash.

Nos anos 60, enquanto servia a Força Aérea, Johnny Cash assistiu Inside The Walls of Folsom Prison, filme de 1951 sobre a famosa prisão e, inspirado no filme, compôs o clássico Folsom Prison Blues. Lançada em dezembro de 1955, a canção estourou e, em 1966, Cash apresentou a música na prisão de Folsom.

Apesar dos inúmeros problemas que teve, principalmente com drogas, Cash passou pouco tempo preso. Na verdade, apenas uma noite. Mas os presos se identificavam cada vez mais com as canções daquele cowboy fora da lei, o que foi uma surpresa para ele.

Por isso, ele voltou ao local em janeiro de 1968, contra a vontade da gravadora Columbia que achava a ideia inovadora demais para o conservadorismo norte-americano, para, dessa vez, gravar um disco, com o qual recuperou a popularidade, recuperando seu papel de trovador e tornando-se uma espécie de advogado dos prisioneiros.

“Eu não fui até lá pensando que seria uma cruzada. (…) Apenas não acho que as cadeias funcionam… Nada de bom nunca saiu de uma prisão”, sentenciava Cash.

O disco Johnny Cash At Folsom Prison começa com a clássica Folsom Prison Blues, que fala das advertências de sua mãe para ser sempre um bom garoto, e outros detalhes, como o trem passando, a ausência do sol, a indignação de viver enjaulado enquanto ricos bebem café e fumam seus charutos. Um dos versos mais famosos da canção é: But I shot a man in Reno / Just to watch him die”.

Disponível em: http://palcoalternativo.wordpress.com/tag/folsom-prison/

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Assessoria de imprensa / Contato para shows

Banda RROS

Através do email: bandarros@gmail.com

Telefone: (19) 9636 1877 (Diogo Vasconcelos)
          (19) 8221 4625 (Paulo Folegoti)

facebook.com/bandarros

It's only rock and roll.....but a like it!!

Exitem coisas que são realmente insubstituíveis. Um bom vinho, um lugar especial, pessoas especiais e lógico, a música.

O mundo da música é muito eclético e até esdrúxulo as vezes, mas não vamos entrar nesse mérito de querer padronizar o gosto musical alheio, até porque reina a democracia e nada simboliza mais o poder de liberdade do que o Rock.

O rock and roll é proveniente do Blues Mississipiano e tem em suas raízes astros como Little Richard e Chucky Berry que literalmente "seguraram a bronca" em um período onde o estilo era denominado como satânico e até proibido, principalmente para os brancos, uma vez que era um ritmo dominado e criado por negros.

Com o surgimento na metade dos anos 50 de um dos maiores ícones da história da música, Sir Elvis Presley, o estilo saiu da marginalidade e tornou-se um estilo de vida com filosofia própria e identidade incomparável.

Com várias vertentes, o estilo é bem variado. Vem desde o trash metal, e seu som pesado, passa pelo Glam rock e seus cabelos espalhafatosos, maquiagem, salto alto e afim, até o rock and roll de Beatles, Animals, Rolling Stones, dentre outros. Alguns nomes que fazem parte da história devem ser lembrados aqui como Jimi Hendrix, Jim Morrison, Janis Joplin, Led Zeppelin, Deep Purple, Kiss, AC/DC, Pink Floid, David Bowie, Sexy Pistol, enfim, dentre muitos outros que não cabem neste post.

Aproveite esse sentimento rock and roll e compartilhe todo essa sensação.

Fique a vontade!

Por Diogo Vasconcelos (Petter)

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