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terça-feira, 22 de junho de 2010

Seção toca Raul! Break on through - The doors

Música lançada no álbum de estréia da banda, gravado em 1966. A canção foi lançada como single em 1967 porém não teve grande sucesso na época.

Como a maior parte das composições de Morrison, a letra fala sobre "atravessar para o outro lado" além de falar também de garotas. Seria essa travessia a passagem entre a vida e a morte?

Morrison tornou-se um mito, um sexy simbol, o poeta do rock. Em julho de 1971, Jim Morrison foi encontrado morto por sua namorada, em um hotel em Paris. Como suas poesias e suas letras cheias de mistério, a morte do cantor também deixou muitas perguntas, que até hoje não foram esclarecidas, e provavelmente será para sempre um mistério.

Um ponto a ser destacado é que já em 1966, Morrison e Manzarek desenvolveram um vídeo promocional para o single, o que podemos considerar um avanço no que diz respeito aos vídeos musicais.

A banda ganhou maior repercusão na época após tocar ao vivo no programa do famoso apresentador Ed Sullivan. Apresentar-se no programa "The Ed Sullivan Show" era um grande passo rumo ao sucesso devido a grande audiência do programa, responsável também por impulsionar a carreira de artistas como Elvis Presley, Beatles, Jerry Lewis, Johnny Cash, Bill Haley, enfim, todos os artistas bem sucedidos em décadas.

Fato curioso é que para tocar "light of fire" ao vivo, a banda foi obrigada a trocar a frase "girl we couldn't get much higher" que era imprópria para o programa. Porém na apresentação, Jim Morrison cantou o refrão original. A banda foi então informada que nunca mais poderia se apresentar no programa além de após esse epsódio, que não pode ser editado pois o programa era ao vivo, resultar no fim do programa do apresentador.

Break on through traz o vocal nostálgico de Morrison e o ritmo que marcou a banda, além de Manzarek fazendo as linhas de piano e baixo (uma vez que tocavam sem um baixista ao vivo) e Krieger como guitarrista.



Por Diogo Vasconcelos

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Rock na TV! Série Blues - uma viagem musical.

No próximo sábado, dia 19/06 às 23H30, será exibido pela Tv cultura o filme "Vermelho, Branco e Blues" dirigido por Mike Figgis.

Segundo o site da Tv Cultura "o filme examina as circunstâncias desse período vibrante e conta com a participação do próprio Figgis, tocando com uma pequena banda. A produção conta ainda com performances de B.B. King e Muddy Waters, e das bandas Cream e Rolling Stones, entre outras."

A série é composta de sete longa metragens que contam a história do blues desde suas origens, na África, até os dias de hoje.

Fonte: www.tvcultura.com.br

Por Diogo Vasconcelos

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Paul McCartney e a categoria de sempre!

No dia 13 de junho, o ex-beatles Paul McCartney apresentou-se no festival de Isle of Wight, na Inglaterra que aconteceu nos dias 11, 12 e 13 deste mês.

Com direito a tudo que tem direito, Paul demonstrou toda a categoria da época dos beatles tocando grandes sucessos como Hey Jude, Live and let die, Obla-di-obla-da, dentre outros sucessos.
A primeira versão do festival aconteceu em 1968 e sua versão mais famosa em 1970 com apresentação de artistas como Jimi Hendrix, Jethro Tull, The Doors, The Who e até artistas brasileiros como Caetano Veloso e Gilberto Gil.

Abaixo vídeo de Live and let die, com direito a show pirotécnico e tudo! Simplesmente incrível.



Por Diogo Vasconcelos

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Dica Show! Creedence Clearwater Revival - Revisted Live and rare

Pra quem gosta de levadas mais rock and roll Creedence com certeza é um prato cheio! Esse DVD foi lançado em 2008 com várias imagens de show, TV e clipes dos anos 70.

Falando um pouco da história da banda, Creedente Clearwater Revival foi formada em 1959 (ainda que não batizada pelo nome como ficou conhecida), liderada por John Fogerty como guitarrista e vocalista. O estilo traz uma mistura de country rock, blues e classic rock.

Em 1969, com o lançamento da álbum "Bayou Country" e do compacto "Proud Mary / Born on the Bayou" a banda alcançou o sucesso ganhando disco de ouro.

A banda tocou também no lendário festival de Woodstock em 1969.

Após esse ano foram vários discos de sucesso. Foram 8 compactos que ganharam disco de ouro e todos disco da era Fogerty chegaram ao status de disco de platina, até que em fevereiro 1971 John sai da banda por desentendimento com os outros integrantes.

Após a saída de seu principal integrante, a banda passou a fazer cada vez menos sucesso até ser desfeita em 1972.

Cheio de clássicos , o DVD traz também trechos de entrevistas com os integrantes da banda.

1. Bad Moon Rising
2. Proud Mary
3. Fortunate Son
4. Lookin Out My Back Door
5. Proud Mary (Alternative)
6. Traveling Band
7. Who´ll Stop the Rain
8. Born on the Bayou
9. Keep on Choogling
10. Tombstone Shadow
11. Traveling Band (Rare)
12. The Midnight Special
13. Commotion
14. Green River
15. Lodi
16. Tombstone Shadow (Rare)

Por Diogo Vasconcelos

Diário de bordo: Capítulo 3 - 13/06/2010

Neste domingão estivemos juntos novamente para mais um ensaio dos cavalheiros da velha guarda do rock!

Nosso bravo companheiro Thiagão teve um problema e não pode comparecer porém, para honrar nosso compromisso com o bom e velho rock and roll ensaiamos nosso estimado repertório.


Bom, falando do ensaio em si, foi bastante importante pois conseguimos arrumar praticamente todas as músicas novas do repertório. Falta somente "I walk the line" tendo em vista que "cry, cry, cry" foi reproduzida semana passada e já sabemos o "caminho" que queremos para ela.

Também conseguimos tocar "Al capone" do grão mestre Seixas e parece-me que vai ser uma ótima música em nosso repertória. Temos surpresas para "Hound Dog" com uma nova música que incluimos no repertório para improvisar junto a música de Elvis, mas isso só verá quem acompanha os ensaios ou ao vivo em algum show por ai.

Por Diogo Vasconcelos

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Seção toca Raul! Tutti Fruit - Little Richards

Apesar de ter feito sucesso na voz de Elvis Presley, tutti fruit é de autoria do cantor, pianista e compositor Little Richards. A música foi lançada em 1955 e foi sucesso instantâneo.

Sendo também um dos desbravadores do genero, Richards promovia em sua música uma mistura de boogie-woogie, Rhythm & Blues e música gospel, a base do que veio a se tornar o rock and roll.

Dos primórdios do rock and roll, Little Richards era o vocalista mais virtuoso com suas vocalizações improvisadas e seus falsetes.É fácil encontrar grandes vocalistas que foram influenciados pelo seu estilo.

Como a maioria das grandes estrelas do estilo, Richards também teve vários problemas dede sua infância: o elacionamento com seu pai e sofria com a gozação de seus irmãos devido a sua sensibilidade atipica. Além disso sofria com a discriminação da época devido a raça e tinha um problema motor que atrapalhava sua locomoção.

Uma curiosidade é que Jimi Hendrix, ainda desconhecido, foi guitarrista de Little Richards. Até então algo normal porém devido ao seu virtuosismo, o guitarrista foi dispensado por Richards que procurava alguém mais tradicional (Se era pra ser tradicional realmente Hendrix não era a pessoa indicada!).

Voltando a falar sobre o tema dessa seção, vamos à música!

Tutti fruit mostra o ritmo quente de Richards. A levada acelerada no piano e os falsetes são marca registrada na canção.



Por Diogo Vasconcelos

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Dica Show! KISS Unplugged MTV

Esse encontro é fantástico. Não só pela qualidade e da musicalidades da banda mais também pelo fato de após de o show marcar o encontro da formação original, com Ace e Peter, após 20 anos e aconteceu no ano de 1996

Falando do show em sí, a banda escolheu um caminho diferente do mais lógico. Ao invés de montar um set list somente com hits da banda, foi escolhido um repertório com sons pouco explorados pelo KISS como "Comin Home", "Going' Blind", "See you tonight", do álbum de Gene Simmons de 1978, "A world without heroes" do contestado "Music from the Elder" dentre outras.

Foi a única oportunidade que o KISS se apresentou com seis integrantes: Paul Stanley, Gene Simmons, Eric Singer e Bruce Kulick, até então a formação se apresentava atualmente, Ace Frehley e Peter Criss, membros que ajudaram a fundar a banda.

A apresentação começa com a formação atual do KISS até que Ace e Peter entram em cena para tocar "2,000 man" do Rooling Stones, cantada pelo "As" Ace Frehley e a balada "Beth", sucesso na voz de Peter.

O show termina com os seis membros tocando "nothin to loose" e "Rock and roll all nite" inclusive com os 2 bateristas tocando junto.

Esse show além de marcar o reencontro dos membros fundadores do KISS, desencadeou disco de ouro para o álbum e uma turnê com a formação original do KISS com Paul, Gene, Ace e Peter. Foi a turnê mais rentável da história do KISS. Quem acompanha a banda pode imaginar o que foi a turnê.

Set List:

1 Comin' Home
2 Plaster Caster
3 Goin' Blind
4 Do You Love Me
5 Domino
6 Sure Know Something
7 A World Without Heroes
8 Rock Bottom
9 See You Tonight
10 I Still Love You
11 Every Time I Look at You
12 2,000 Man
13 Beth
14 Nothin' to Lose
15 Rock And Roll All Nite

Por Diogo Vasconcelos

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Diário de bordo: Capítulo 2 - 07/06/2010

Sábado foi novamente dia de encontro com da galera RROS.

Com a turma completa nos encontramos no horário de sempre para colocar os assuntos músicais em dia.

Tocamos praticamente todo nosso repertório em 2 hrs de ensaio. Novamente tivemos uma seção de fotos para deixar o momento registrado pela fotógrafa oficial: Lavínia Vasconcelos! Muitas risadas e tiração de sarro da galera..

Começamos a arrumas algumas músicas que estavam precisando de um up e que com certeza no próximo ensaio estarão 100%. Reencontramos também nosso grande amigo Formiga que enfim retornou de sua viagem a europa. Como sempre, trocamos uma idéia com nosso parceiro e após o ensaio partimos para o melhor da festa: A pizzaria.

Ai que começou a palhaçada mesmo! Com uma apresentação fenomenal, com direito a rolar no chão e tudo, Thiagão imitou como seria o acidente de um cidadão com um veículo motorizado nada comum: uma cadeira de rodas. Como não poderia deixar de ser, foi só risadas de todos.

Dann contou a história de como foi sua viagem para assistir o show do Aerosmith em São Paulo. Como em toda história dessa figura, tudo começou com uma saída com os amigos e terminou em garrafas de um líquido muito conhecido que leva em sua composição malte, cevada e lúpulo, além de alcool!

Difícil de acreditar mais Dann achou, no interior do ônibus da excursão o cinto do Joe Perry! E ainda queria vender pra galera que estava tentando descançar na viagem de volta para Piracicaba.

Teve também as peripécias de Paulaum, que ficou chateado devido a uma conversa sobre o baixo para uma suposta gravação que iremos fazer. Segundo o mesmo discriminaram o baixo dele!!

Eu e o Lincoln só conseguimos comer e dar risada até chorar, literalmente! Não tinha como não dar risada do seguinte fato: Ao perguntarem para o Dann se já estavamos tocando em algum lugar, ao invés de ele responder para a pessoa, a criatura vira e fala "Tocando? Ah..não sei, pergunta para o Pettão!". Detalhe: Ele é o vocalista da banda!

Enfim, foi muito legal nosso encontro desse final de semana e semana que vem tem mais!



Foto: Lavínia Vasconcelos
Texto: Por Diogo Vasconcelos

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Seção toca Raul! Não pare na pista-Raul Seixas!

Seria Raul o representante do rei do rock no Brasil? Talvez, levando em conta que Raul foi um ícone do estilo no país, sua vida conturbada, e seu rock and roll afiado podemos considerar que sim.

Bahiano, canceriano, filósofo, compositor, produtor e um artista incontestável, Raul nasceu em 1945 na cidade de Salvador, Estado da Bahia. Fortemente influenciado por Elvis Presley (de quem era presidente do fã club na Bahia), Chuck Berry e outros propulsores do rock and roll.

Em 1967, Raul Seixas lança no Brasil seu disco de estréia com sua banda Raulzito e Os Panteras, mas foi em 1973 com “Krig-há, Bandolo!” que Raul passou a construir uma filosofia e uma imagem que o tornaria uma lenda no cenário do rock nacional.

O álbum citado acima trazia em seu tracklist, músicas que tornaram-se hits na carreira do bom bahiano. Ouro de tolo, mosca na sopa e metamorfose ambulante foram lançadas nesse álbum que estabeleceu a parceria bem sucedida entre Raul e o escritor Paulo Coelho.

Como todo bom louco, ou maluco como diria o próprio Mr. Seixas, em plena ditadura militar, passou a fazer parte de seus shows a música “sociedade alternativa” , onde pregava uma nova forma de vida em sociedade. A música é baseada na teoria ocultista de Aleister Crowley (aquele mesmo da música de Ozzy Osbourne, Mr. Crowley).

Essa atitude rendeu a Raul, em 1974, uma seção de tortura e exílio para os Estados Unidos. Mas como de todo mau tira-se algo bom, Raul conheceu a lenda John Lennon e lançou no ano seguinte o álbum “Gita”.

Raul Seixas ainda lançou mais 3 álbuns antes de sua morte em 21 de janeiro de 1989 (justamente no dia do meu aniversário!) após ter vários problemas em decorrência do alcoolismo e agravados por ser diabético.

Como essa seção foi batizada com o nome do grão mestre, não poderia faltar uma canção do maluco beleza: “Não pare na pista” demonstra bem o espírito do ídolo, a irreverência e sua musicalidade.

Abaixo “Não pare na pista” por R’ROS em homenagem a Raul Seixas.

Por Diogo Vasconcelos

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